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Pix por aproximação sem teto de R$ 500 a partir de outubro

Banco Central remove limite em transações por aproximação, permitindo ajustes nos valores de pagamento pelos clientes.

Redação Redação
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Pix por aproximação sem teto de R$ 500 a partir de outubro

© Bruno Peres/Agência Brasil

A partir do dia 1º de outubro, o Pix por aproximação não terá mais o teto de R$ 500 por transação, conforme anunciado pelo Banco Central (BC). Essa mudança permitirá que os clientes solicitem aumentos ou reduções nos limites aplicados a suas operações, que continuarão seguindo as regras de segurança específicas de cada conta. A alteração foi formalizada pela Instrução Normativa BCB nº 746, publicada em junho deste ano.

O que muda para o cidadão?

Com a nova regulamentação, os usuários do Pix por aproximação poderão realizar transações que ultrapassem o valor anteriormente estipulado, desde que seus limites de conta permitam. O cliente terá a liberdade de gerenciar esses valores diretamente pelo aplicativo de sua instituição financeira. O Banco Central ressalta que, mesmo com a retirada do teto, as regras de segurança do sistema Pix permanecem inalteradas, garantindo a proteção contra movimentações suspeitas.

Antes da mudança, o limite fixo de R$ 500 por transação era uma restrição que limitava a praticidade do pagamento. Agora, os usuários poderão, por exemplo, realizar pagamentos de R$ 600 ou R$ 1.000, conforme as configurações de segurança de suas contas. Além disso, os bancos deverão disponibilizar uma ferramenta de gerenciamento no aplicativo, permitindo um controle mais ágil sobre os limites de cada cliente.

Como ajustar os limites do Pix por aproximação?

A mudança dos limites poderá ser feita de maneira simples através do aplicativo do banco. O usuário deverá acessar as configurações do Pix, localizar a área de limites ou gerenciamento do Pix por aproximação, e então solicitar o aumento ou a redução do valor permitido. O processo pode variar de acordo com a instituição, mas a lógica geral será semelhante entre as diferentes plataformas.

É importante destacar que, apesar da remoção do teto de R$ 500, os mecanismos de proteção contra fraudes permanecem ativos. Os usuários devem estar atentos ao valor e aos dados antes de confirmar qualquer transação, especialmente considerando que, em algumas situações, o pagamento pode ser concluído sem a necessidade de abrir o aplicativo bancário.

Como funciona o Pix por aproximação?

O Pix por aproximação utiliza a tecnologia NFC (Comunicação por Campo Próximo), que permite a troca de informações entre o celular e a máquina de pagamento, eliminando a necessidade de inserir dados manualmente. Para utilizar essa modalidade, o usuário deve vincular sua conta bancária a uma carteira digital compatível, processo que pode ser feito diretamente pelo aplicativo. Uma vez configurado, o pagamento é realizado de forma semelhante ao uso de um cartão de crédito cadastrado no celular.

Para realizar um pagamento, o usuário precisa informar ao estabelecimento que optará pelo Pix, verificar os dados e o valor da cobrança, aproximar o celular da máquina e concluir a autenticação necessária. Dependendo das configurações do banco ou da carteira digital, pode ser exigido um passo adicional de autenticação antes da finalização da operação.

Com a ampliação dos limites do Pix por aproximação, a expectativa é que a modalidade se torne ainda mais utilizada, facilitando transações do dia a dia. Contudo, é fundamental que os usuários mantenham atenção redobrada para evitar fraudes e garantir a segurança em suas operações financeiras.

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